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Mortalidade infantil e neonatal
- Fórmula, pelo cálculo direto:
- infantil: óbitos de menores de 1 ano / nascidos vivos × 1.000;
- neonatal: óbitos de 0 a 27 dias / nascidos vivos × 1.000;
- ambos por residência e no mesmo ano.
- Óbito infantil: óbito não fetal (TIPOBITO 2) cuja idade está em minutos, horas, dias ou meses.
- A unidade da idade foi confirmada nos dados (máximos: 59 minutos, 23 horas, 29 dias, 11 meses): 0 minutos, 1 horas, 2 dias, 3 meses. A estrutura do SIM em PDF traz um texto truncado.
- Conferência: óbitos infantis por UF e ano (2018–2024) contra o TabNet.
- 172 de 189 pares iguais; os demais ficam 1 a 3 óbitos abaixo (até 0,8%), sem explicação encontrada. As 5 mortes com idade ignorada do DF em 2020 não têm datas que as situem.
- Limitações:
- Em 2024, 4.294 dos 5.570 municípios tiveram menos de 5 óbitos infantis, e 2.386 tiveram menos de 100 nascidos vivos. A taxa municipal anual é instável.
- Decisão do Felipe (29/10/2026):
- no município, vale a taxa do triênio (
mortalidade_infantil_3a,mortalidade_neonatal_3a); - ela é suprimida quando o numerador do triênio é menor que 5 ou há menos de 100 nascidos vivos por ano (
suprimir_mortalidade_3a); - a taxa anual aparece só na região de saúde, na UF e no Brasil.
- no município, vale a taxa do triênio (
- A RIPSA recomenda o cálculo direto só onde a cobertura do SIM e do SINASC é adequada; a estimativa indireta fica fora do piloto.
- 2025–2026 são preliminares.
- Fonte: SIM/DATASUS (CID-10, DORES) e SINASC.